A importação em 2026 tende a ser marcada por três forças ao mesmo tempo: crescimento global mais fraco do comércio de bens, maior pressão por eficiência e reconfiguração de cadeias de suprimento com mais foco em resiliência e compliance.
Na prática, quem planejar melhor — produto, origem, fornecedor, logística e impostos — vai capturar oportunidades e reduzir riscos.
1 ) Principais tendências atuais da importação
Comércio global mais “travado” e sensível a tarifas
As projeções da OMC indicam desaceleração do crescimento do comércio mundial de mercadorias em 2026, com aumento de incertezas e impactos de medidas tarifárias/defensivas em diversas rotas. A maior volatilidade de fretes, lead times menos previsíveis e necessidade de contratos e estoques mais bem dimensionados.
Cadeias de suprimento
A China segue dominante em várias categorias industriais, mas cresce a estratégia de diversificação de origens para reduzir risco (tarifas, barreiras, concentração e dependência). Isso não significa “sair da China”, mas sim comprar melhor e distribuir risco.
2) Produtos em alta no mercado internacional
A demanda global segue forte em cadeias ligadas a transição energética, digitalização e saúde, além de itens industriais que sustentam produtividade.
A) Energia, químicos e insumos industriais
A Agência Internacional de Energia (IEA) aponta que, em 2026, o crescimento do uso de petróleo tende a ser puxado principalmente por feedstocks petroquímicos (insumos para químicos e plásticos), indicando pressão relevante em cadeias químicas e de derivados.
B) Equipamentos, automação e bens de capital
A busca por redução de custo operacional e ganho de produtividade mantém aquecidas importações de máquinas, componentes, peças de reposição, pneumática, elétrica e automação, especialmente em indústria.
C) Eletrônicos e componentes
A digitalização transversal segue elevando a demanda por componentes e módulos eletrônicos, itens de infraestrutura e reposição.
3) Importação da China e de outros países estratégicos
China: continua imbatível em escala e variedade.
A China permanece central para máquinas, componentes, elétricos/eletrônicos, utilidades industriais e itens para revenda, com enorme ecossistema de fornecedores. O ponto crítico em 2026: negociar “barato” não basta, é preciso comprar com especificação, inspeção e controle de qualidade.
Países estratégicos para diversificação
- Vietnã, Índia, Tailândia, Malásia: alternativas em manufatura e componentes em várias cadeias.
- México e EUA: interessantes para itens com exigência técnica, prazos e acordos/rotas específicas.
- Europa (Alemanha/Itália/Espanha etc.): forte em bens de capital, tecnologia e padrões técnicos, boa opção quando o foco é performance e durabilidade, não preço unitário.
4) Como a Visione ajuda a importar com mais segurança, estratégia e redução de custos
A Visione apoia empresas em toda a jornada de importação, com foco em previsibilidade e custo total:
- Pesquisa e desenvolvimento de fornecedores internacionais
- Negociação e qualificação técnica/comercial do fornecedor
- Planejamento logístico e documental
- Acompanhamento do processo ponta a ponta
Se a sua empresa quer transformar a importação em uma vantagem competitiva em 2026 e não em uma fonte de surpresas a Visione estrutura o processo para você comprar melhor, com mais controle e segurança.
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