Nesta segunda feira, 16 de fevereiro de 2026, a CCTV (programa televisivo mais assistido da China) exibiu as celebrações de ano novo, mas o que mais chamou a atenção do público foi a imponente presença de robôs humanoides.
Estes dançavam e performavam em meio a outros artistas humanos, com movimentos complexos e coreografias coordenadas.
Por trás de espetáculos tão performáticos, a China promoveu sua liderança em automação e IA, usando um dos mais assistidos shows do mundo como palco para mostrar tecnologia nacional de ponta, tendo a robótica e a IA no centro de sua estratégia de fabricação, virando modelo internacional no quesito.
Analistas estimam que em 2025, mais de 85% das instalações de robôs humanoides ocorreram na China, contra os apenas 13% dos Estados Unidos, um de seus competidores mais acirrados, o que novamente ressalta o pioneirismo chinês.
Esse avanço não é isolado. Ele está diretamente ligado ao forte investimento chinês em pesquisa, semicondutores, sensores, controle de movimento, baterias de alta densidade energética e inteligência artificial embarcada. A robótica humanoide é vista como a próxima fronteira da automação, com aplicações que vão da indústria manufatureira à logística, varejo, serviços e assistência técnica especializada.
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Fonte: VISIONE